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domingo, 4 de setembro de 2016

Quilómetros alterados

Quem não procurou carros usados para compra e por vezes duvidou dos quilómetros apresentados? Pois é, no post de hoje vou evidenciar três formas de ajudar a identificar se os quilómetros apresentados são reais ou não. 




A - Peças Novas
É perfeitamente normal um automóvel usado ter peças novas e por vezes até demonstra que a manutenção foi corretamente seguida e o carro foi bem estimado. No entanto algumas viaturas podem ter peças novas colocadas apenas com objetivo de de enganar no que respeita ao desgaste normal e assim tentar corroborar quilometragem alterada. 
Assim, se verificar que existem peças que foram substituídas antes do tempo é motivo para interrogar o vendedor. 

B - Verifique a condição geral do carro
Aqui verificações simples, como o desgaste do volante ou dos pedais, bem como dos bancos são formas simples mas bastante eficazes de verificar se o estado não contraria a quilometragem apresentada. 

C - Analise os documentos 
Quando um automóvel faz a inspeção periódica obrigatória (IPO) é normal anotarem os quilómetros que este possuí à data da mesma. Portanto se conseguir ter acesso a estas informações, será um bom ponto para analisar se está a ser enganado. 
O livro de revisões da marca é também uma boa prova da quilometragem real, no entanto é susceptível a adulterações, pelo que se tiver acesso a dados informáticos será mais fiável. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Funcionamento do Motor de Combustão

O funcionamento de um motor de combustão interna é ainda para muitas pessoas desconhecido, não compreendendo exactamente o processo completo e como é que pistões fazem andar um carro, ou como ainda como é o combustível é queimado. Desta forma deixo aqui uma série de animações onde pode ser visto o esquema do funcionamento do motor de combustão interna, neste caso, o Otto (motor a gasolina) de 4 cilindros em linha. 

A) Aqui podemos ver os quatro temos de um motor.

1- Admissão (entrada de ar e combustível no motor);

2- Compressão (ar e combustível são comprimidos de forma a criar um ambiente volátil dentro da câmara de combustão):

3- Faísca/Ignição (A vela cria uma faísca na mistura comprimida de combustível e ar, obtendo-se assim a explosão/combustão que vai puxar o cilindro para baixo fazendo mover a cambota que por sua vez estará ligada ao volante do motor onde está acoplada a embraiagem. A embraiagem engrena e desengrena a caixa de velocidades, onde esta por sua vez levará a tração às rodas. (Isto pode ser melhor verificado na figura B) );

4- Escape (Saída dos gases queimados, para de seguida voltar ao ponto 1 e o processo de voltar a repetir).



B- Vista completa do funcionamento do motor

Aqui podemos ver o funcionamento completo do motor, completando  o movimento dos cilindros com o da cambota, árvore de cames, válvulas e correia de distribuição. Em baixo podemos ainda ver outros tipos de motores. 



C- Circuito de admissão de ar e circuito de óleo

Nesta figura podemos observar como é que o óleo sobe desde o cárter até ao topo do motor, bem como o processo de admissão de ar. 




D- Circuito de Arrefecimento do Motor

Na animação abaixo podemos encontrar os canais do bloco do motor por onde o líquido de refrigeração passa de forma a assegurar a manutenção da temperatura do motor. 




E- Sistema de escape

Por fim podemos ver o sistema de escape do motor, desde o colector de cada cilindro, passando pelo catalisador, até à sua saída. 


sábado, 30 de julho de 2016

Rastrear a localização do carro por smartphone

Todos nós por vezes receamos o local onde deixamos o nosso automóvel e ficamos o tempo todo com isso na cabeça, não descansado até lhe voltarmos a colocar a vista em cima. 
Neste post indico uma forma simples, mas eficaz de saber sempre onde está o vosso carro. 

Existem diversas empresas que oferecem soluções de localização por GPS a serem instaladas no automóvel que permitem também realizar funções como "bloquear" o automóvel à distância.
No entanto estas ofertas não são para todos os bolsos. Assim trago aqui uma forma simples de saber sempre a localização do carro utilizando apenas dois smartphones. 

O vídeo abaixo é também da minha autoria mas está em Inglês, pelo que deixo de seguida um pequeno resumo do mesmo. 

São necessários dois smartphones. Pelo que assim podem dar uso a um velho que já não usem mas ainda consiga ligar à rede e possua recetor GPS. 
Depois basta fazer o download de uma aplicação que forneça informação sobre a posição do dispositivo após receção de uma mensagem que a activará. Eu uso a Phone Locator and SIM Detector - Catch You e tem funcionado perfeitamente. 

Depois de instalada a aplicação basta registar uma password e um número de telefone de emergência. Assim para saber a localização deve enviar uma mensagem a partir do número de emergência para o smartphone "tracker" com a password também definida na aplicação. Após este processo vai receber uma mensagem do tracker com a localização do mesmo através de um link para o google maps. 

O smartphone "tracker" deve ficar bem escondido no automóvel e sem som, de forma a que não seja detectado por possíveis ladrões. 



domingo, 20 de julho de 2014

Cuidados a ter os com Motores Diesel

   Tenho consequentemente reparado que nem todas as pessoas que conduzem automóveis a diesel, tem a noção dos cuidados que principalmente os motores mais modernos que funcionam a este combustível necessitam. 
   Não digo que todos os condutores tenham culpa, pois muitos deles não foram informados dos cuidados a ter com estes motores, mas outros é mesmo por falta de zelo e se mais tarde esses condutores não sofrem as consequências, quem comprar os seus carros é que vai sentir. 
   
   Se conduzir um automóvel a diesel é imprescindível seguir os seguintes passos, muitos simples, mas que podem significar grandes poupanças em reparações. 


  • Na primeira vez do dia que for conduzir o automóvel, ligue-o e deixe-o cerca de 2 minutos a aquecer (em climas muito frios convém deixar mais 1 ou 2 minutos). 
  • Na sequência do ponto anterior, não puxe pelo motor ( + de 2000 rpm) antes que este atinja pelo menos metade da temperatura normal de funcionamento do mesmo (no caso de motores com turbo aconselho mesmo a deixar a temperatura chegar ao normal).
  • Os motores diesel são mais propícios a ganhar o chamado "carvão" de forma que de vez em quando deve puxar pelo motor (devidamente aquecido). Não é necessário praticar altas velocidades para o fazer, basta colocar numa terceira ou quarta velocidade e ir até a auto-estrada esticando até cerca das 4000 - 4500 rpm durante 1 ou 2 minutos.  
  • Existe muita controvérsia a cerca deste ponto, mas eu sou adepto da NÃO utilização de combustíveis de marca branca. Sim, com os outros não se faz mais quilómetros, mas terão os aditivos necessários ao prolongamento da vida do motor. 
  • Por fim, na altura de desligar o veiculo deve também aguardar cerca de 30segundos depois de parar depois de uma condução diga-se normal ou rotineira. Mais importante é no caso de ter feito uma longa viagem, ou numa paragem numa estação de serviço depois de andar na auto-estrada deixar o motor a trabalhar pelo menos 2 ou 3 minutos conforme os casos (muito importante para motores com turbo). 
   E pronto, seguindo estes simples passos pode aumentar a vida útil do seu motor e evitar reparações dispendiosas. 
   Estes devem ser aplicados a motores diesel pois estes são mais "esquisitos", mas também podem e devem ser aplicados a motores a gasolina principalmente nos mais recentes. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Carro Rádio Controlo Real

   Um grupo de jovens russos modificou este velho Opel Vectra para conduzir através de um iPad.
   A equipa de mecânicos de Tula Oblast iinstalou uma série de produtos eletrónicos, entre eles um par de atuadores, e alguns servo motores de modo a que este seja fácilmente conduzido sem fios através de um iPad. 

   O aplicativo personalizado controla acelerador do carro, travão, volante e tem cameras para poder ver no tablet para onde anda. 

   O grupo de jovens está ainda a oferecer a aplicação e instruções para fazer você mesmo gratuitamente. Tudo o que precisa é de muito tempo livre, um carro e algum equipamento eletrónico.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Eficiência dos Motores

   Talvez não seja a pessoa mais indicada para falar sobre este assunto, pois quem estuda engenharia mecânica estará mais dentro deste assunto tão técnico, mas sendo um a cada vez maior eficiência energética dos motores atuais resolvi dedicar um pequeno post a este assunto.

   É certo que quem está mais atento ao mundo automóvel já reparou que os motores estão cada vez mais pequenos mas com mais potência. Hoje em dia tirar 150cv de um 1400cc já não é nenhuma novidade, mas não é preciso recuar muito para que isto fosse considerado um feito gigantesco.
   Há cerca de 15 anos só se tirava 150cv de motores a partir de 1800cc, e os consumos destes rondavam os 10L/100km. 
   Hoje em dia devido em muito ao recurso a turbos cada vez com mais pressão e de geometria variável consegue-se obter por exemplo 160cv de um 1400cc com consumos de cerca de 5L/100km. 

   Na prática estes números revelam uma maior eficiência energética dos motores, mas não sei se na teoria se pode dizer o mesmo. Sei que o motor Diesel tem maior eficiência que o Otto (gasolina), mas os dois rodam ou rondavam os 30% de eficiência energética, ou seja apenas 30% do combustível que o motor consome é para fazer o automóvel andar, o resto é perdido maioritariamente em energia térmica.
   Dizem que não é plausível que os motores de combustão atinjam os 50% de eficiência, eu estou um pouco sético, mas o futuro nos trará as respostas.



segunda-feira, 12 de março de 2012

Desembraiar nas descidas

   Colocar o carro em ponto morto nas descidas é um ato que para alguns é essencial para poupar combustível, para outro este ato não passa de um mito. 

   Sinceramente até eu estava confuso, pois peritos referiam que isto era um mito mas fazia-me confusão como um automóvel podia gastar menos engrenado do que ao ralanti.Cheguei mesmo a enviar esta questão para um conhecida revista do setor automóvel da qual não recebi feedback. 

   Foi então que na conversa com um amigo mecânico descobri o ciência por trás deste facto. E dependendo da descida pode ser realidade ou mito.
   Está tudo na inclinação da descida e um pouco na elasticidade da caixa de velocidades, pois o que se passa quando deixamos o acelerador  numa descida com pouca inclinação o motor vai ter que compensar com combustível para manter as rotações mínimas para o seu funcionamento. Ou seja, neste caso compensa desengatar o automóvel, pois este vai consumir menos ao ralanti.
   Mas quando se trata de uma descida acentuada o caso muda de figura, pois ao deixar o acelerador neste caso o movimento da cambota é suficiente para manter o motor em funcionamento, não necessitando assim de nenhum combustível, ou seja o consumo é rigorosamente 0. Neste caso colocar o automóvel em ponto morto vai fazer com que o motor tenha que consumir combustível para o manter ao ralanti, não sendo assim mais económico. 
   Espero ter correspondido ás suas dúvidas, tentei simplificar o máximo possível.



 Post redigido obedecendo ao novo acordo ortográfico

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Significado dos logótipos das marcas de automóveis PT2



 Audi: As quatro argolas unidas representam as marcas Germânicas que formaram a Auto Union em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. A 1º de janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Nekarsulm, na Alemanha.







Chevrolet: Segundo a lenda, o logotipo em forma de gravata borboleta foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, ficou hospedado, em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usá-la como símbolo da marca de automóvel que fundou em parceria com o piloto Louis Chevrolet.





Chrysler: A antiga estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos, representa a precisão da engenharia. O logo atual é um escudo com asas, que já havia sido foi adotado entre as décadas de 30 e 50.










Dodge: O búfalo simboliza a cidade de Dodge, localizada no 
estado de Kansas (EUA), no oeste norte-americano.











Lamborghini: O touro que aparece no símbolo destes supercarros italianos é uma homenagem do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini, às lutas de touro, das quais era fanático. Tanto que os carros da marca (Diablo e Murciélago) têm nomes de touros famosos, bem como o novo Aventador. 





 




Maserati: O logótipo da marca italiana representa o tridente de Netuno, símbolo da cidade de Bolonha. 









Mercedes-Benz: A estrela de três pontas representa a fabricação de motores para uso na terra, água e mar. Surgiu depois de Gottlieb Daimler enviou cartão postal para sua mulher, onde referia que a estrela impressa no cartão iria brilhar sobre sua obra.






 


Mitsubishi: Um diamante de três pontas que remete à resistência e preciosidade. O símbolo veio do nome da marca: "Mitsu" significa três em japonês; "Bishi", diamante.




 


Porsche: São dois brasões sobrepostos - o da região de Baden-Württemberg e o da cidade de Stutgartt (o cavalo empinado), sede da marca alemã. A marca adotou o símbolo a partir de 1949.






 


Renault: O losango parecido com um diamante foi adotado em 1925, para sugerir sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois "R", em homenagem aos irmãos Loiuis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa.



 



Volvo: Este logotipo é o símbolo da masculinidade. Por esse motivo já foi muito contestado por movimentos feministas na Europa.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Significado das siglas dos motores

Sabemos que os motores dos automóveis são designados por siglas, ficam aqui alguns significados das mais comuns. 

SDi: Standard Diesel Injection
TD: Turbo Diesel
TDi: Turbocharged Diesel Injection
TDDi: Turbocharged Diesel Direct Injection
TDCi: Turbocharged Diesel CommonRail Injection
CDTi: CommonRail Diesel Turbo Injection
HDi: High-pressure Diesel Injection
TSi: Turbocharged Stratified Injection
FSi: Fuel Stratified Injection    
TFSi: Turbo Fuel Stratified Injection
CTDi: CommonRail Turbo Diesel Injection
CRD: CommonRail Diesel
DTI: Diesel Turbo Injection
DITD: Direct Injection Turbo Diesel
DI-D: Direct Injection Diesel
CDI: CommonRail Diesel Injection
TiD: Turbo Diesel Injection 
D-4D: Direct-injection 4 valve Diesel



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Imposto Sobre Veiculos e Imposto Unico de Circulação


   O ISV (Imposto sobre veículos) é como um sucessor do antigo Imposto Automóvel e entrou em vigor a partir de julho de 2007. Neste imposto existem duas tabelas para apurar o valor da carga fiscal a aplicar no veículo, a tabela A destinada aos veículos taxados pele cilindrada e pelo CO2, já a B destina-se apenas à componente cilindrada do motor.
   Para fazer as contas necessita de saber a cilindrada exata, o valor da emissão de gases (CO2) e o tipo de combustível que utiliza o veículo.  


   O IUC (Imposto único de circulação) é a junção de antigos impostos, sendo eles o Imposto Municipal sobre Veículos, conhecido como “selo”, e o Imposto de Circulação e Camionagem.
   Este entrou em vigor a par do ISV ou seja, em julho de 2007, existindo uma diferença entre os veículos registados antes dessa data e depois, Tabela A e Tabela B respetivamente. Para os veículos da B existe ainda um coeficiente que se multiplica para obter um valor final. Nos veículos novos este imposto é calculado somando a componente ambiental à da cilindrada.
   Deverá neste caso saber também a cilindrada exata, e as emissões de CO2 para saber o valor a liquidar. É importante, também lembrar que os veículos importados pagam o imposto a a partir da tabela B ou seja, são considerados novos. 


   No seguinte link entrará todas as tabelas regularmente atualizadas para o cálculo destes dois impostos.



 Post redigido obedecendo ao novo acordo ortográfico


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dupla Embraiagem

   Sabemos que existem dois tipos principais de caixas de velocidades, a manual que necessita que o condutor carregue no pedal da embraiagem enquanto simultaneamente troca de velocidade na alavanca de mudanças, e a automática que como o nome indica, faz a passagem de velocidades automaticamente através embraiagens, conversores de binário e engrenagens planetárias.

   Entretanto, está cada vez mais usual o uso de uma caixa de velocidades que congrega partes das duas acima referidas. A caixa de dupla embraiagem ou também chamada de semi-automática pode necessitar da intervenção do condutor se este escolher o modo manual, sendo neste caso as passagens de velocidades efectuadas em "patilhas" no volante ou através de uma alavanca que funciona apenas para a frente e para trás.

   Para entender como estes mecanismos funcionam, vou explicar resumidamente o funcionamento de uma caixa convencional (Manual). Quando está a carregar no pedal da embraiagem, vai fazer com esta desacopole o motor da caixa de velocidades, desta forma o movimento do motor não passa para a caixa de velocidades. De seguida ao mover a alavanca de velocidades vai mexer um veio com rodas dentadas denominado de primário que engrena outra velocidade diferente no veio secundário. 
   Talvez explicado desta forma seja um pouco complicado de perceber, espero que o vídeo abaixo tire melhor as duvidas. 




   As caixas de dupla embraiagem como o nome indica usam duas embraiagens mas utilizam o mesmo fundamento. Estas tem constantemente duas velocidades engrenadas, se bem que uma delas não está fisicamente engrenada, ou seja se está a usar a segunda velocidade, esta está a ser utilizada numa embraiagem, e a velocidade seguinte está engrenada na outra embraiagem para que quando ocorra a troca de velocidade baste a penas activar essa embraiagem.
   Deixo de seguida um esquema simples de uma caixa de velocidades deste tipo, onde podemos observar que um eixo acciona as velocidades ímpares (vermelho) e o outro a pares (verde), cada um destes eixos está acoplado a uma embraiagem própria.  








sábado, 10 de setembro de 2011

Detectores de radar

   Quem é que nunca excedeu os limites de velocidade? Bem, é provável que exista alguém que nunca cometeu essa infracção, que na minha opinião em certos casos é difícil de a fazer cumprir.
   É certo que estamos cientes de que esse "desvio" da lei nos pode trazer consequências para a nossa carteira e em situações mais graves causará a nossa detenção ou mesmo ficar sem o titulo de condução. 

   Para quem quer ter um pouco mais de "a vontade" quando ultrapassa dos limites de velocidade e num tenha que estar sempre a pensar se estará ali um radar, existem os detectores de radar. 
   Recordo-me de há alguns anos atrás se ter levantado uma polémica devido a estes dispositivos, existia quem defende-se que eram ilegais e quem disse-se o contrário, mesmo dentro das forças policiais, tendo ficado o assunto por esclarecer. 

   Estes detectores de radares, funcionam através da detecção dos sinais das ondas emitidas pelos radares fixos e móveis, mas se estiver a ser "perseguido" por um automóvel da policia com radar, o detector pode já não funcionar a tempo de o livrar de uma multa indesejada.
   Convém também estar sempre actualizado, pois as entidades policias estão sempre a alterar a sua tecnologia.

   Mas o método mais infalível para evitar multas por excesso de velocidade é mesmo reduzir a velocidade para os valores fixados. 


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Como funciona o motor do automóvel?

   O motor do automóvel é o coração do mesmo, vou neste post explicar o concito básico de funcionamento deste órgão do automóvel. Este tem como principio transformar em movimento o combustível, seja ele gasolina, diesel ou gás. 
   Aos motores que fazem a queima do combustível dentro do mesmo da-se o nome de motores de combustão interna, que neste momento são os que são usados nos automóveis. 

   O combustível é injectado na câmara de combustão através dos injectores para ser posteriormente comprimido e queimado. Nos automóveis a gasolina é inflamado através de uma faísca proporcionada pelas velas. Já com o diesel tal não é necessário, pois este inflama-se através da pressão dentro da câmara de combustão. 
   Esta pressão exercida na câmara de combustão é proveniente do movimento do pistão que está ligado à cambota através de um embolo, produzindo assim o movimento do pistão como pode conferir na animação abaixo. 

   Basicamente todos os motor dos automóveis funcionam a quatro tempos,  admissão, compressão, expansão e escape. Sendo a admissão a entrada de ar e combustível (abertura das válvulas de admissão) na câmara (pistão desce), compressão como o nome indica é a compressão do combustível e ar na câmara (pistão sobe). 
   A expansão ocorre depois da inflamação da mistura combustível/ar o que vai impulsionar o pistão para baixo e assim fazer mover a cambota, esta posteriormente transmitirá esse movimento para a caixa de velocidades e de seguida para as rodas.
   O escape é a saída dos gases queimados (abertura das válvulas de escape) da câmara (pistão sobe) e volta a repetir-se o ciclo desde o inicio. 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Falha de travões...e agora!?


            Já imaginou carregar no pedal do travão e por mais que carregue no mesmo, este não faz a sua função? Ficou sem travões, o que fazer agora?
            
            Quando pressiona o pedal de travão, em praticamente todos os automóveis, o que acontece é a pressão no cilindro onde está o chamado óleo dos travões já pressurizado. De onde de seguida é encaminhado através dos tubos do sistema de travagem até aos tavões, aplicando ai uma pressão nas pastilhas de travão. Se não houvesse, por alguma razão, óleo de travão no sistema iria-se deparar com a situação que referi acima. 
 
             Em certas ocasiões, embora pareça, a perda de travões pode não ser total, pois pode ser que o sistema tenha apenas um pequeno “furo”. Nesta situação a primeira coisa a fazer quando se deparar com falta de travões é pressionar consecutivamente o travão para tentar ganhar alguma pressão e controlar a situação.
             Se o sistema tiver sido completamente cortado, resta-lhe então o travão de mão que deve ser puxado dependendo da velocidade gradualmente.
             No caso dos dois passos acima não resultarem, tente por último travar com o motor, reduzindo de velocidades gradualmente, deixando o veículo “morrer” em segunda. 

             Espero sinceramente que nunca passe por uma situação destas, mas no caso de lhe acontecer e conseguir manter a calma necessária (que é difícil) aqui tem 3 formas para tentar imobilizar o veículo em segurança.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Segmentos Automóveis Ligeiros

            Já vieram ter comigo e perguntar: "O que significa um carro pertencer ao segmento B?". Pois é para informar quem não sabe o que significa esta "característica" que vou neste post tentar segundo os meus conhecimentos explicar o que significa cada segmento.  

            Segmento dos Citadinos, também conhecido por segmento A. Caracteriza automóveis com dimensões muito reduzidas, destinados à utilização urbana e são normalmente mais baratos e consomem "pouco". ex: VW Fox

            Segmento dos Utilitários, também conhecido por segmento B. Caracteriza automóveis pequenos mas mais espaçosos que os citadinos, sendo mais também mais dinâmicos. ex: Ford Fiesta

            Segmento dos Pequenos familiares, também conhecido por segmento C. Caracteriza automóveis maiores que os utilitários e transportam com facilidade cinco pessoas. ex: Opel Astra

             Segmento dos Familiares médios, também conhecido por segmento D. Caracteriza automóveis de dimensões generosas, mais caros, mas também com maior conforto e qualidade. ex: Mazda 6

             Segmento dos grandes Familiares, também conhecido por segmento E. Caracteriza automóveis com "porte maior", mais estradistas, onde predomina a tecnologia, bem como o prazer de conduzir. ex: BMW Série 5

             Segmento dos automóveis de luxo. Caracteriza automóveis de "grande porte", onde o luxo é predominante juntamente com o conforto, o que leva consequentemente a preços elevados. ex: Audi A8
             Segmento Todo-o-terreno. Caracteriza automóveis com destino fora de estrada, mas não só como é o caso dos populares SUV. ex: Nissan Navara

             Segmento dos desportivos. Caracteriza automóveis com altas prestações, grandes motores, agilidade e prazer de condução são predominantes. Normalmente o conforto e espaço são postos de parte. ex: Ferrari 458 Italia

domingo, 3 de abril de 2011

Travagem regenerativa

           Cada vez que travamos num automóvel estamos a desperdiçar energia. Pois segundo leis da física, quando ao travar o veiculo desacelera, a energia cinética que estava a fazer-lo movimentar-se precisa de se transformar noutra energia que normalmente é dissipada em calor. 
            Com a evolução da tecnologia no ramo automóvel, os construtores desenvolveram uma forma de aproveitar essa energia. Essa tecnologia pode ser encontrada em veículos híbridos ou totalmente eléctricos. 
             Nos automóveis com o sistema de travagem regenerativa, quando o condutor pisa o pedal de travão, o motor eléctrico é colocado a funcionar como gerador, desacelerando as rodas do carro ao produzir força contrária ao movimento. Assim o motor produz corrente eléctrica que alimentará as baterias do automóvel.
             Este sistema é mais eficaz nas situações de "pára-arranca", ou seja em percurso urbano. Convém também salientar que estes veículos também possuem, travões "normais" que servem de segurança para travagens que necessitem de maior prontidão e rapidez. 
              O aproveitamento desta forma de energia até agora desperdiçada veio melhorar a autonomia dos veículos eléctricos "puros", bem como reduzir as emissões nos veículos de locomoção híbrida.