Tendo em conta que os automóveis são os principais causadores do aquecimento global, segundo especialistas na matéria, terá de ser por aqui que terão de ser tomadas medidas urgentes para um futuro mais sustentável. Eu até posso concordar com eles mas não concordo em deixar de produzir automóveis movidos a combustíveis fósseis, pois deixará condutores como eu sem o nosso viciozinho, o nosso meio para aliviar o stress.
sábado, 30 de outubro de 2010
Automóveis eléctricos, bem vindos?
Já algum tempo que ando intrigado com a questão se num futuro cada vez mais próximo, teremos mesmo que nos deslocar em automóveis eléctricos que não nos darão aquele prazer do roncar do motor quando "colamos" o pedal, e que estarão cada vez mais perecidos com naves espaciais.
Mas falando em termos económicos, para mim, os automóveis movidos a energia eléctrica serão muito bem vindos, porque desta forma haverá menos procura de combustíveis fósseis, de maneira que o preço do crude cairá e as petrolíferas serão obrigadas a baixar o preço do gasóleo e gasolina.
Lotus Elite
A pequena marca inglesa era um ícone na preparação e construção de automóveis de corrida nos anos 50, obtendo assim uma grande experiência na construção de automóveis leves e rápidos.
Foi baseado nessa experiência adquirida ao longo dos anos nas pistas que em Outubro de 1957 nasceria o denominado modelo 14, mais conhecido como Lotus Elite. Este fora o primeiro modelo da marca destinado ás ruas.
As linhas do Elite eram suaves, possuindo um Cx de apenas 0,29. O seu comprimento era de 3,8m e pesava uns meros 650kg. O incrível peso foi conseguido devido a uma estrutura moldada em plástico reforçado juntamente com fibra de vidro. Para não diminuir a aerodinâmica os vidros laterais eram curvos e não podiam ser abertos, quem quisesse sentir a brisa, teria que os retirar por completo e colocar na mala.
O bloco de alumínio fundido com quatro cilindros e 1.2L debitava uns meros 75cv, mas que devido ao reduzido peso do Elite conseguia produzir um bom desempenho, alcançando os 100km/h nuns satisfatórios 12,4s e a velocidade máxima atingia os 170km/h, o que na época era muito bom.
Mesmo com boas prestações e um peso reduzido primeiro automóvel de rua da Lotus era estável.
Mais tarde o Elite foi adaptado ás origens da marca, ou seja, as pistas, conseguindo ser campeão na sua classe de Le Mans em 1959.
Um ano depois chegava o Elite Série II que teria aumentado a sua potência em 10cv e com algumas alterações na admissão e na caixa de velocidades atingia os 182km/h.
Em 1963 o Elite original deixara de ser produzido com apenas cerca de 1000 unidades vendidas, o que o tornou um automóvel muito raro.
sábado, 23 de outubro de 2010
Oásis na Crise
Depois do Conselho de Gerência da Volkswagen Autoeuropa e da Comissão de Trabalhadores da empresa chegarem a um acordo laboral para os próximos dois anos, a mesma comprometeu-se a aumentar os salários dos trabalhadores em 3,9% durante os próximos 2 anos e ainda a melhor os beneficios sociais dos mesmos.
O aumento salarial os operadores e especialistas é de 3,9%. O prémio de objectivos mantém-se, apesar de algumas alterações nas condições de atribuição do mesmo. O compromisso para os chamados down days, assinado pela primeira vez em 2003, continuará a ser utilizado para fazer face a quebras no volume de produção.
No meio da crise que afecta o nosso País, noticias desta natureza são cada vez mais raras, ainda para mais no sector automóvel, que se prevê ser severamente afectado em 2011.
A explicação mais provável para este acordo que irá a votos dia 4 de Novembro, é o facto de praticamente todo o produto da empresa ser destinado à exportação, ou seja não depende necessariamente do mercado nacional.
O aumento salarial os operadores e especialistas é de 3,9%. O prémio de objectivos mantém-se, apesar de algumas alterações nas condições de atribuição do mesmo. O compromisso para os chamados down days, assinado pela primeira vez em 2003, continuará a ser utilizado para fazer face a quebras no volume de produção.
No meio da crise que afecta o nosso País, noticias desta natureza são cada vez mais raras, ainda para mais no sector automóvel, que se prevê ser severamente afectado em 2011.
A explicação mais provável para este acordo que irá a votos dia 4 de Novembro, é o facto de praticamente todo o produto da empresa ser destinado à exportação, ou seja não depende necessariamente do mercado nacional.
Peugeot iON
A partir de finais do presente ano, as marcas vão começar a lançar finalmente automóveis movidos unicamente a energia eléctrica. E a Peugeot não quer ficar de fora da corrida, uma das suas primeiras apostas será o iON, com apenas 3,47m de comprimento e 1,80m de largura é um automóvel eléctrico fundamentalmente destinado a percursos citadinos.
Este modelo não é nada mais que um Mitsubishi i-Miev com o emblema da marca Francesa, proveniente de um acordo entre as duas marcas.
O interior é bastante similar ao que estamos acostumados a ver. Com uma caixa automática, apenas temos que seleccionar a direcção para onde desejamos rolar, para a frente ou para trás.
O pequeno motor eléctrico debita 64cv com um binário constante de 180Nm, o que fará o iON acelerar vigorosamente desde o arranque.
Segundo o fabricante este automóvel possui autonomia para 150km, mas pelo que a imprensa refere, se calcar-mos um pouco mais no acelerador e passar-mos por algumas subidas esta autonomia diminui significativamente, contudo, consegue-se fazer 100km sem problemas.
Para carregar as baterias do iON demora cerca de 6h numa tomada de 230Volts, mas num ponto de recarga de corrente continua com 380V este processo fica-se pelos 20min.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Ford Focus
O Focus é um dos modelos com mais sucesso da marca norte americana, sendo que o ultimo Focus foi de longo um dos automóveis mais apelativos na sua gama.
Com um design mais desportivo e com formas mais distintas conquistou sobretudo os condutores jovens, factores que se acentuaram no inicio de 2008, quando o Focus foi alvo de uma renovação, tanto estética como mecânica.
Actualmente este modelo da Ford é um modelo que aconselho vivamente, pois a sua habitabilidade, principalmente depois da renovação, é boa, pois oferece plásticos com uma boa qualidade para o segmento em que se insere.
Da gama de motorizações disponíveis, a minha escolha recai na 2.0 TDC, pois apesar da caixa automática de dupla embraiagem aumentar um pouco os consumos, é a melhor na relação qualidade/preço.
Em 2011, surgirá o novo modelo, com ele virão novas motorizações entre outras novidades estéticas como é o caso da acentuação do "estilo" de design que tem caracterizado a marca denominado de "Kinectic", no qual predomina a filosofia de dar a ilusão de estar em andamento mesmo parado.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Automóvel "Autónomo"
A Google divulgou recentemente no seu blogue oficial que está a testar um automóvel que anda sozinho, ou seja, não necessita da intervenção humana.
Trata-se de um Toyota Prius equipado com câmeras no tejadilho, sensores por radar nos pára-choques e vários dispositivos laser que analisam o trânsito fazendo com que de certo modo este automóvel consiga "ver" o trânsito. Já percorreu mais de 225 mil quilómetros em testes, os quais foram feitos apenas com um passageiro, um condutor muito experiente, que apenas pegava no volante caso houvesse alguma falha no sistema em teste.
É caso para dizer que o futuro está ai com o automóveis que nos levam onde queremos sem termos de conduzir, mas será que o prazer de conduzir será posto de parte? Só o futuro o dirá.
Trata-se de um Toyota Prius equipado com câmeras no tejadilho, sensores por radar nos pára-choques e vários dispositivos laser que analisam o trânsito fazendo com que de certo modo este automóvel consiga "ver" o trânsito. Já percorreu mais de 225 mil quilómetros em testes, os quais foram feitos apenas com um passageiro, um condutor muito experiente, que apenas pegava no volante caso houvesse alguma falha no sistema em teste.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Alfa Romeo 6C
Em 1924 a Alfa Romeo criou o P2 o primeiro modelo da marca com motor de oito cilindros, mas a produção de motores de seis cilindros ja iniciaria em 1922 com o RL, no qual a configuração do motor serviu de base para o 6C.
A apresentação do 6C 1500 decorreu no Salão Automóvel de Milão de 1925, mas apenas chegaria ao mercado passados 2 anos, que obtinha originalmente 44cv e uns modestos 1.500cc, e na versão Sport com 84cv suficientes para deixar a sua marca na historia das corridas, oferecendo pela primeira vez uma vitoria á marca na Mille Migla.
Mas com o passar dos anos surgiram novas versões, com motores maiores e mais potentes, bem como uma evolução de design assinalável.
A primeira evolução com maior cilindrada do 6C 1500 apareceu em 1929 e era denominada de 1750 a qual venceu a Mille Migla durante 3 anos.Ja em 1933 nasceu o 1900, possuindo ja 68cv e 2.000cc, seguido do 2300 também com 68cv mas 2.300cc.
Em 1939 nasceria o 6C 2500 com um design mais desportivo e marcante, retirava 87cv de um bloco de 2,5L, sendo que depois da segunda Guerra Mundial, esta versão recebeu um aumento de potencia para os 145cv.
sábado, 2 de outubro de 2010
Fiat eleita a mais ecológica
Nas dez marcas de automóveis mais vendidas em solo Europeu, a Fiat regista o valor médio mais baixo para as emissões de CO2 entre as viaturas vendidas nos primeiros 6 meses deste ano (123,5 g/km). Quem o diz é a JATO (líder mundial em consultoria e investigação no campo automóvel).
A Fiat conseguiu o primeiro lugar nos modelos mais vendidos com o 500 (116,0 g/km) e o segundo com o Panda (118,9 g/km). Na classificação por grupos, a Fiat Group lidera com 126,2 g/km, seguida da Toyota, com 130,0 g/km; e do Grupo PSA, que regista 132,8 g/km.
Pneus com Azoto
Actualmente muitas oficinas já aconselham, no momento de encher os pneus, a utilizar Azoto em vez de Ar e muitos condutores, ficam por vezes indecisos se será o mais indicado.
O envelhecimento precoce do pneu é eliminado e aumenta a duração das válvulas , pois o oxigénio é oxidante e produz mais humidade e ainda devido ás moléculas de azoto serem maiores que as de oxigeno o pneu perde menos pressão.
Desta feita a utilização deste gás face ao ar comprimido contribui para um aumento da duração dos pneus em cerca de 10% e consequentemente para uma maior segurança e dinâmica do automóvel.
Na minha opinião, bem como na de especialistas, o uso desta matéria para encher os pneus é a escolha mais acertada pois o Azoto é um gás inerte, que ao contrário do ar comprimido não está sujeito a alterações.
Desta feita a utilização deste gás face ao ar comprimido contribui para um aumento da duração dos pneus em cerca de 10% e consequentemente para uma maior segurança e dinâmica do automóvel.
domingo, 26 de setembro de 2010
Ferrari SA Aperta
O Salão de Paris foi o palco escolhido para a apresentação do SA Aperta, uma versão descapotável do 599 GTB Fiorano, da qual só serão fabricadas 80 unidades, estando já todas vendidas.
Este modelo da marca Italiana vem com uma capota de lona desenhada para ser utilizada unicamente quando as condições meteorológicas não forem as mais favoráveis.
O pára-brisas é mais baixo, de forma a melhorar a aerodinâmica e a altura ao solo do automóvel foi reduzida. O V12 que lhe dá vida, conta com 670 cv de potência.
Esta versão tem como finalidade comemorar o 80.º aniversário da Pininfarina e que presta homenagem a Sergio e a Andrea Pininfarina, de onde deriva a a abreviatura SA.
AirBag
Os Airbags foram criados nos anos 80, e desde então já salvaram milhares de vidas, todos nós sabemos o que é mas não sabemos como funcionam. Então venho aqui dar uma breve explicação sobre o funcionamento dos mesmos.
O Airbag é constituído por três partes, sendo elas; a bolsa, feita de um tecido fino em nylon, que fica dobrada dentro do local onde o Airbag está instalado; o sensor que tem como objectivo comandar a bolsa para que ela se "abra", sendo este que detecta uma força de colisão e dá a informação à bolsa para inflamar; existe por fim o sistema de inflamação constituído por acido de sódio e nitrato de potássio, que reagem rapidamente, produzindo nitrogénio quente e expandindo assim a bolsa.
Audi A1
Depois do Audi 50, a marca Germânica nunca mais voltou os segmento dos utilitários, até agora. Regressando ao mesmo com o Audi A1.
Aconselho este automóvel a quem diariamente se tenha que movimentar dentro da cidade, e o queira fazer com conforto e sem dispensar a qualidade, pois penso que o motor 1.6TDI não é o mais indicado para percursos extra-urbanos.
Depois do Citroen DS3, chega agora outro adversário ao nostálgico Mini. A filosofia principal para este utilitário é dar a hipótese a quem sempre quis ter um Audi e não pôde, a oportunidade de desfrutar da qualidade já conhecida da marca, embora que em menores dimensões.
Embora para mim, este "pedaço" de engenharia Germânica me desiluda um pouco esteticamente, penso que vai ter sucesso, não só pelo preço (base) 23.000€, que apesar de parecer um pouco elevado para um utilitário, neste caso é bem merecido tanto pela qualidade como mas também pelo seu aspecto coupé.
O A1 utiliza os chassis do novo Polo, e começou a ser vendido no passado mês com a motorização 1.6TDI com 105cv, e vem com o sistema Start & Stop, anunciando consumos de 3,9L por cada 100km.
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